INVERNO, AI, QUE FRIO!

BERGER-NORUEGA

 

Inverno é mais fria estação do ano. No hemisfério norte, se inicia por volta de 21 de dezembro, no solstício de inverno, e termina em 21 de março, no equinócio de primavera. Já no hemisfério sul, o inverno se inicia em 21 de junho e termina em 23 de setembro.
Na mitologia grega, Zeus ordenou que Perséfone, sua filha com Deméter, ficasse seis meses com sua mãe e seis meses com Hades, o deus da escuridão. Deméter teria se entristecido, e por causa desses períodos em que ficaria longe de sua filha, teria se originado o outono e o inverno.

Em certos períodos do movimento de translação, alguns pontos da Terra ficam bem próximos ao sol, em contrapartida, outros ficam mais distantes. Na parte que está mais próxima do sol, é verão; na mais distante, inverno. Por esse motivo, nenhuma estação pode ocorrer simultaneamente em dois pólos da Terra.

O inverno é caracterizado, principalmente, pelas baixas temperaturas. Durante a estação, várias espécies de animais, principalmente de pássaros, migram para outras regiões mais quentes. Outros animais, como ursos, hibernam nesse período, reduzindo grandemente sua atividade metabólica. Em muitas regiões, pode ocorrer a incidência de neve e geadas.

No Brasil, pelo fato de não haver estações bem definidas, o inverno não é tão rigoroso como em outras regiões de clima temperado; os efeitos típicos da estação são sentidos apenas na região Sul, que apresenta temperaturas pouco acima dos 0ºC. De fato, o inverno causa chuvas generalizadas nas regiões Sul e Sudeste, além de constantes inversões térmicas em muitas cidades.

Por Tiago Dantas (Brasil escola – equipe)

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21 de junho – Início do inverno

Baixa temperatura, baixa umidade do ar e ventos frios provocam o aumento das moléstias respiratórias durante o Inverno e a Primavera. A causa principal é a ação de poeiras e de micro-insetos (ácaros) que se desenvolvem junto ao mofo e se acumulam nas roupas, cobertores, etc…, guardadas por longo tempo nos armários.

Algumas recomendações que podem atenuar o efeito são:
Manter arejados os ambientes internos. No Inverno, abrir as janelas entre 10 da manhã e 5 da tarde é uma boa medida.
O uso de aparelhos para purificação do ar também pode ser recomendado.
Evitar carpetes ou cortinas que acumulem poeiras.
Evitar roupas e cobertores de lã ou com pêlos. Agasalhos recomendados: malha, moleton, nylon ou couro.
Colocar as roupas típicas de inverno (blusas de lã, cobertores etc) no sol.
Recobrir colchões, travesseiros e almofadas com plásticos. A cama deve estar afastada da parede. Coloque livros e objetos em armários fechados. Limpe a casa com pano úmido (principalmente os cantos dos cômodos, beiradas e estrados de camas). Evite produtos de limpeza com cheiro ativo e dê preferência ao álcool.
Evitar permanecer em cômodos úmidos, fechados, lidar com papéis, roupas e objetos guardados por muito tempo.
Evitar animais de pêlo ou pena dentro de casa.
Não permitir que fumem em ambientes internos.
Sem restrição quanto ao consumo de sorvetes e chocolates.

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MAIS
21 de junho – Início do inverno
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Climas que ocorrem no Brasil
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Climas Controlados por Massas de Ar Equatoriais e Tropicais
1- Equatorial Úmido (Convergência dos Alísios)
2- Tropical (Inverno seco e verão úmido)
3- Tropical Semi-Árido (Tendendo a seco pela irregularidade da ação das massas de ar)
4- Litorâneo Úmido (Influenciado pela Massa Tropical Marítima)
Climas Controlados por Massas de Ar Tropicais e Polares
5- Subtropical Úmido (Costas orientais e subtropicais, com predomínio da Massa Tropical Marítima)

O Brasil, pelas suas dimensões continentais, possui uma diversificação climática bem ampla, influenciada pela sua configuração geográfica, sua significativa extensão costeira, seu relevo e a dinâmica das massas de ar sobre seu território. Esse último fator assume grande importância, pois atua diretamente sobre as temperaturas e os índices pluviométricos nas diferentes regiões do país.
Em especial, as massas de ar que interferem mais diretamente no Brasil, segundo o Anuário Estatístico do Brasil, do IBGE, são a Equatorial, tanto Continental como Atlântica; a Tropical, também Continental e Atlântica; e a Polar Atlântica, proporcionando as diferenciações climáticas.
Nessa direção, são verificados no país desde climas superúmidos quentes, provenientes das massas Equatoriais, como é o caso de grande parte da região Amazônica, até climas semi-áridos muito fortes, próprios do sertão nordestino.O clima de uma dada região é condicionado por diversos fatores, dentre eles pode-se citar temperatura, chuvas, umidade do ar, ventos e pressão atmosférica, os quais, por sua vez, são condicionados por fatores como altitude, latitude, condições de relevo, vegetação e continentalidade.
De acordo com a classificação climática de Arthur Strahler, predominam no Brasil cinco grandes climas, a saber
Clima equatorial úmido da convergência dos alísios, que engloba a Amazônia;
Clima tropical alternadamente úmido e seco, englobando grande parte da área central do país e litoral do meio-norte;
Clima tropical tendendo a ser seco pela irregularidade da ação das massas de ar, englobando o sertão nordestino e vale médio do rio São Francisco; e
Clima litorâneo úmido exposto às massas tropicais marítimas, englobando estreita faixa do litoral leste e nordeste;
Clima subtropical úmido das costas orientais e subtropicais, dominado largamente por massa tropical marítima, englobando a Região Sul do Brasil.
Quanto aos aspectos térmicos também ocorrem grandes variações. Como pode ser observado no mapa das médias anuais de temperatura a seguir, a Região Norte e parte do interior da Região Nordeste apresentam temperaturas médias anuais superiores a 25oC, enquanto na Região Sul do país e parte da Sudeste as temperaturas médias anuais ficam abaixo de 20oC.
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Mapa Médias Anuais de Temperatura
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De acordo com dados da FIBGE, temperaturas máximas absolutas, acima de 40oC, são observadas em terras baixas interioranas da Região Nordeste; nas depressões, vales e baixadas do Sudeste; no Pantanal e áreas rebaixadas do Centro-Oeste; e nas depressões centrais e no vale do rio Uruguai, na Região Sul. Já as temperaturas mínimas absolutas, com freqüentes valores negativos, são observadas nos cumes serranos do sudeste e em grande parte da Região Sul, onde são acompanhadas de geadas e neve.

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O quadro a seguir apresenta as temperaturas do ar, máximas e mínimas absolutas, das capitais estaduais brasileiras.
UF CAPITAIS MÁXIMA (oC) MÍNIMA (oC)
RO Porto Velho (4) 34.8 15.0
AC Rio Branco (4) 35.6 –
AM. Manaus (5) 36.3 18.3
RO Boa Vista – –
PA Belém (5) 33.8 20.8
AP Macapá (1) 34.0 21.2
TO Palmas – –
MA São Luís (1) 32.8 20.6
PI Teresina (1) 38.1 17.8
CE Fortaleza (5) 33.3 21.3
RN Natal (5) 31.0 18.3
PB João Pessoa (5) 31.2 19.0
PE Recife (5) 32.0 18.4
AL Maceió (1) 34.4 18.0
SE Aracaju (3) 32.6 18.0
BA Salvador (1) 32.8 19.6
MG Belo Horizonte (3) 32.3 10.0
ES Vitória (1) 35.5 15.1
RJ Rio de Janeiro – –
SP São Paulo (5) 33.9 4.4
PR Curitiba (4) 31.6 -0.7
SC Florianópolis (3) 34.8 1.5
RS Porto Alegre (5) 37.2 -0.2
MS Campo Grande (4) 35.3 4.1
MT Cuiabá (5) 39.1 8.3
GO Goiânia (3) 36.2 8.9
DF Brasília (2) 31.6 7.0

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Região Norte
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A região Norte do Brasil compreende grande parte da denominada região Amazônica, representando a maior extensão de floresta quente e úmida do planeta. A região é cortada, de um extremo a outro, pelo Equador e caracteriza-se por baixas altitudes (0 a 200 m). São quatro os principais sistemas de circulação atmosférica que atuam na região, a saber: sistema de ventos de Nordeste (NE) a Leste (E) dos anticiclones subtropicais do Atlântico Sul e dos Açores, geralmente acompanhados de tempo estável; sistema de ventos de Oeste (O) da massa equatorial continental (mEc); sistema de ventos de Norte (N) da Convergência Intertropical (CIT); e sistema de ventos de Sul (S) do anticiclone Polar. Estes três últimos sistemas são responsáveis por instabilidade e chuvas na área.
Quanto ao regime térmico, o clima é quente, com temperaturas médias anuais variando entre 24o e 26oC.
Com relação à pluviosidade não há uma homogeneidade espacial como acontece com a temperatura. Na foz do rio Amazonas, no litoral do Pará e no setor ocidental da região, o total pluviométrico anual, em geral, excede a 3.000 mm. Na direção NO-SE, de Roraima a leste do Pará, tem-se o corredor menos chuvoso, com totais anuais da ordem de 1.500 a 1.700 mm.
O período chuvoso da região ocorre nos meses de verão – outono, a exceção de Roraima e da parte norte do Amazonas, onde o máximo pluviométrico se dá no inverno, por influência do regime do hemisfério Norte.
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Região Nordeste
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A caracterização climática da região Nordeste é um pouco complexa, sendo que os quatro sistemas de circulação que influenciam na mesma são denominados Sistemas de Correntes Perturbadas de Sul, Norte, Leste e Oeste.
O proveniente do Sul, representado pelas frentes polares que alcançam a região na primavera – verão nas áreas litorâneas até o sul da Bahia, traz chuvas frontais e pós-frontais, sendo que no inverno atingem até o litoral de Pernambuco, enquanto o sertão permanece sob ação da alta tropical.
O sistema de correntes perturbadas de Norte, representadas pela CIT, provoca chuvas do verão ao outono até Pernambuco, nas imediações do Raso da Catarina. Por outro lado, as correntes de Leste são mais freqüentes no inverno e normalmente provocam chuvas abundantes no litoral, raramente alcançando as escarpas do Planalto da Borborema (800 m) e da Chapada Diamantina (1.200 m).
Por fim, o sistema de correntes de Oeste, trazidas pelas linhas de Instabilidade Tropical (IT), ocorrem desde o final da primavera até o início do outono, raramente alcançando os estados do Piauí e Maranhão.
Em relação ao regime térmico, suas temperaturas são elevadas, com médias anuais entre 20o e 28oC, tendo sido observado máximas em torno de 40oC no sul do Maranhão e Piauí. Os meses de inverno, principalmente junho e julho, apresentam mínimas entre 12o e 16oC no litoral, e inferiores nos planaltos, tendo sido verificado 1oC na Chapada da Diamantina após a passagem de uma frente polar.
A pluviosidade na região é complexa e fonte de preocupação, sendo que seus totais anuais variam de 2.000 mm até valores inferiores a 500 mm no Raso da Catarina, entre Bahia e Pernambuco, e na depressão de Patos na Paraíba. De forma geral, a precipitação média anual na região nordeste é inferior a 1.000 mm, sendo que em Cabaceiras, interior da Paraíba, foi registrado o menor índice pluviométrico anual já observado no Brasil, 278 mm/ano. Além disso, no sertão desta região, o período chuvoso é, normalmente, de apenas dois meses no ano, podendo, em alguns anos até não existir, ocasionando as denominadas secas regionais.

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Região Sudeste
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A posição latitudinal cortada pelo Trópico de Capricórnio, sua topografia bastante acidentada e a influência dos sistemas de circulação perturbada são fatores que conduzem à climatologia da região Sudeste ser bastante diversificada em relação à temperatura.
A temperatura média anual situa-se entre 20oC, no limite de São Paulo e Paraná, e 24oC, ao norte de Minas Gerais, enquanto nas áreas mais elevadas das serras do Espinhaço, Mantiqueira e do Mar, a média pode ser inferior a 18oC, devido ao efeito conjugado da latitude com a freqüência das correntes polares.
No verão, principalmente no mês de janeiro, são comuns médias das máximas de 30oC a 32oC nos vales dos rios São Francisco e Jequitinhonha, na Zona da Mata de Minas Gerais, na baixada litorânea e a oeste do estado de São Paulo.
No inverno, a média das temperaturas mínimas varia de 6oC a 20oC, com mínimas absolutas de -4o a 8oC, sendo que as temperaturas mais baixas são registradas nas áreas mais elevadas. Vastas extensões de Minas Gerais e São Paulo registram ocorrências de geadas, após a passagem das frentes polares.
Com relação ao regime de chuvas, são duas as áreas com maiores precipitações: uma, acompanhando o litoral e a serra do Mar, onde as chuvas são trazidas pelas correntes de sul; e outra, do oeste de Minas Gerais ao Município do Rio de Janeiro, em que as chuvas são trazidas pelo sistema de Oeste. A altura anual da precipitação nestas áreas é superior a 1.500 mm. Na serra da Mantiqueira estes índices ultrapassam 1.750 mm, e no alto do Itatiaia, 2.340 mm.
Na serra do Mar, em São Paulo, chove em média mais de 3.600 mm. Próximo de Paranapiacaba e Itapanhaú, foi registrado o máximo de chuva do país (4.457,8 mm, em um ano). Nos vales dos rios Jequitinhonha e Doce são registrados os menores índices pluviométricos anuais, em torno de 900 mm.
O máximo pluviométrico da região Sudeste normalmente ocorre em janeiro e o mínimo em julho, enquanto o período seco, normalmente centralizado no inverno, possui uma duração desde seis meses, no caso do vale dos rios Jequitinhonha e São Francisco, até cerca de dois meses nas serras do Mar e da Mantiqueira.
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Região Sul
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A região Sul está localizada abaixo do Trópico de Capricórnio, em uma zona temperada, É influenciada pelo sistema de circulação perturbada de Sul, responsável pelas chuvas, principalmente no verão, e pelo sistema de circulação perturbada de Oeste, que acarreta chuvas e trovoadas, por vezes granizo, com ventos com rajadas de 60 a 90 km/h.
Quanto ao regime térmico, o inverno é frio e o verão é quente. A temperatura média anual situa-se entre 14o e 22oC, sendo que nos locais com altitudes acima de 1.100 m, cai para aproximadamente 10oC.
No verão, principalmente em janeiro, nos vales dos rios Paranapanema, Paraná, Ibicuí-Jacuí, a temperatura média é superior a 24oC, e do rio Uruguai ultrapassa a 26oC. A média das máximas mantém-se em torno de 24o a 27oC nas superfícies mais elevadas do planalto e, nas áreas mais baixas, entre 30o e 32oC.
No inverno, principalmente em julho, a temperatura média se mantém relativamente baixa, oscilando entre 10o e 15oC, com exceção dos vales dos rios Paranapanema e Paraná, além do litoral do Paraná e Santa Catarina, onde as médias são de aproximadamente 15o a 18oC. A média das máximas também é baixa, em torno de 20o a 24oC, nos grandes vales e no litoral, e 16o a 20oC no planalto. A média das mínimas varia de 6o a 12oC, sendo comum o termômetro atingir temperaturas próximas de 0oC, ou mesmo alcançar índices negativos, acompanhados de geada e neve, quando da invasão das massas polares.
A pluviosidade média anual oscila entre 1.250 e 2.000 mm, exceto no litoral do Paraná e oeste de Santa Catarina, onde os valores são superiores a 2.000 mm, e no norte do Paraná e pequena área litorânea de Santa Catarina, com valores inferiores a 1.250 mm. O máximo pluviométrico acontece no inverno e o mínimo no verão em quase toda a região.
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Região Centro-Oeste
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Três sistemas de circulação interferem na região Centro-Oeste: sistema de correntes perturbadas de Oeste, representado por tempo instável no verão; sistema de correntes perturbadas de Norte, representado pela CIT, que provoca chuvas no verão, outono e inverno no norte da região; e sistema de correntes perturbadas de Sul, representado pelas frentes polares, invadindo a região no inverno com grande freqüência, provocando chuvas de um a três dias de duração.
Nos extremos norte e sul da região, a temperatura média anual é de 22oC e nas chapadas varia de 20o a 22oC. Na primavera-verão, são comuns temperaturas elevadas, quando a média do mês mais quente varia de 24o a 26oC. A média das máximas de setembro (mês mais quente) oscila entre 30o e 36oC.
O inverno é uma estação amena, embora ocorram com freqüência temperaturas baixas, em razão da invasão polar, que provoca as friagens, muito comuns nesta época do ano. A temperatura média do mês mais frio oscila entre 15o e 24oC, e a média das mínimas, de 8o a 18oC, não sendo rara a ocorrência de mínimas absolutas negativas.
A caracterização da pluviosidade da região se deve quase que exclusivamente ao sistema de circulação atmosférica. A pluviosidade média anual varia de 2.000 a 3.000 mm ao norte de Mato Grosso a 1.250 mm no Pantanal mato-grossense.
Apesar dessa desigualdade, a região é bem provida de chuvas. Sua sazonalidade é tipicamente tropical, com máxima no verão e mínima no inverno. Mais de 70% do total de chuvas acumuladas durante o ano se precipitam de novembro a março. O inverno é excessivamente seco, pois as chuvas são muito raras.
Fonte: http://www.brcactaceae.org

 

 

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No inverno o gasto calórico é 10% maior

 

Reduzir Normal Aumentar Imprimir As baixas temperaturas do inverno são grandes parceiras da boa forma. Segundo especialistas, para se manter aquecido, o corpo aumenta o gasto calórico em até 10%: esta condição, aliada a uma dieta balanceada e exercícios físicos, é um empurrão para quem quer chegar ao verão com o corpo em dia.

“O corpo trabalha mais para se aquecer e gasta mais calorias para isso. Não é um milagre do emagrecimento, mas é importante tirar proveito disso”, orientou a nutricionista funcional Luciana Harfenist. “Agora é a época de malhar pesado, fazer exercícios aeróbicos e se alimentar bem. É época boa para começar a emagrecer e não chegar no verão desesperado por uns quilos a menos”, disse.

Saciedade e hidratação

Segundo ela, ingerir alguns tipos de alimentos ajuda ainda mais no sucesso da dieta. Cafeína, gengibre, pimentas (que só não devem ser consumidos por hipertensos e pessoas com doenças do trato intestinal), além de fibras, também aumentam o gasto calórico. Já as sopas e caldos, além de aquecerem o corpo e manterem a imunidade em dia, dão saciedade. “Já que as pessoas têm mais fome no inverno, as sopas podem ser usados como entrada, o que diminui a vontade de comer outras coisas”, sugeriu a nutricionista. Outra vantagem, segundo Luciana, é que sopas são fonte de hidratação, esquecida nos dias frios.

De acordo com a especialista, não é preciso esquecer o fondue e o chocolate quente, delícias típicas do frio. Mas pode-se fazer algumas substituições: a bebida, por exemplo, pode ser feita com leite desnatado, cacau em pó com canela e adoçantes. No fondue, pode-se substituir o óleo fervendo na panela por caldo temperado com legumes.
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DICAS DE INVERNO
Com a chegada da estação mais fria do ano, aproveite para programar algumas atividades para desfrutar de tudo o que o inverno tem de melhor.

1 – Tire as roupas pesadas do armário: botas, casacos, malhas e meias de lã são essenciais no guarda roupa dessa estação, que com certeza é quando as pessoas se vestem da forma mais elegante do ano.

2 – Comidas típicas do inverno. Massas, sopas, são alimentos que ajudam a esquentar nos dias mais frios. Aproveite e marque um fondue com os amigos.

3 – A bebida ideal nessa época do ano? Com certeza é o vinho. Produzido através da fermentação do sumo da uva, tem o poder de esquentar, além de combinar com uma série de pratos servidos neste período.

4 – Aproveite para viajar e conhecer os locais badalados no inverno. Suba a serra e veja o que o frio tem de melhor.

5 – Nada melhor do que ficar em casa no frio, assistir um bom filme e comer um balde de pipoca! O inverno faz com que passemos mais tempo em nossas casas e, com a correria do dia-a-dia, o que nos resta é aproveitar.

6 – A melhor dica de todas é namorar. Nada como ter alguém para ficarmos juntos e nos aquecer com o calor natural.

Fonte: http://comunidade.bemsimples.com/tempo-livre

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COMO PLANTAR UM JARDIM NO INVERNO

Muitos jardineiros focam na construção de seu jardim no pico do verão, deixando o jardim triste e nu no inverno. É fácil esquecer o inverno com a emoção da escolha das floridas plantas de verão disponíveis. Se a falta de cor em seu jardim de inverno o deprime, não se desespere… É fácil colocar interesse quando se sabe que plantas escolher.

A designer de jardins inglesa, Alice Bowe nos fala de suas escolhas favoritas para um jardim de inverno, e nos mostra o quanto é fácil iluminar os dias escuros do inverno com o perfume e a cor de um jardim.
•Use sempre-vivas, espécimes em touceira e gramíneas ornamentais para criar uma estrutura forte para o inverno.

Minhas sempre-vivas favoritas são o teixo e a erva-mate (Ilex ‘JC Van Toll’ é uma ótima opção para um pequeno jardim, pois é auto-polinizante), mas há uma longa lista de sempre-vivas para escolher. Use-as para criar um cenário verde simples, contra o qual as outras plantas possam brilhar.
•Escolha plantas com cores interessantes na casca ou caule, de modo que a sua verdadeira beleza seja revelada no outono quando as plantas perderem suas folhas. Árvores com belas cascas para o inverno, que você pode tentar incluir são:
•Acer griseum, com sua casca solta.

•Prunus serrula, com seu caule quase sumido

•A fantasmagórica Betula ermanii
Para maior impacto, considere o plantio em grupos ou em touceira.

Uma família de arbustos que deve ser considerada é o Corniso, de caule vermelho e laranja. Cornus alba, ou Cornus sanguinea, são dois dos meus preferidos, ficam ótimos plantados com Bergenia e Ophiopogon planiscapus ‘Nigrescens’. Alternativamente, para um esquema de cores mais sóbrio, combine com o branco pálido do caule do arbusto da Amora (Rubus thibetianus) com Betula ermanii e o branco Galanthus.

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•Adicione plantas com floração no inverno, como o bonito Prunus autumnalis. No inverno a inflorescência da cereja é menor do que suas conterrâneas na primavera, mas é longa, e funciona bem como uma flor para colher, para você cortar um galho e trazê-lo para dentro de casa. Eu amo a delicada elegância das plantas de inverno com flores – que alegram os dias de inverno escuro.

Outra favorita é a perfumada Viburnum x bodnatense, que parece fabulosa com o Galanthus e o precoce Narciso. Não se esqueça de Eranthis hyemalis, Hellebores e o azul brilhante do Liriope.
•Inclua arbustos de inverno perfumados, para seduzir a ida para o jardim nos dias frios de inverno, como Daphne odorata, ou a minha favorita (mas um pouco exagerada) Daphne bhoula. A Hamamelis também tem um rico odor no inverno. Eu gosto da Hamamelis ‘Jelena’ com suas flores emaranhadas laranja-avermelhadas. Plante com o Eranthis amarelo e você terá uma combinação vencedora. A sempre-viva Sarcoccoca também é uma planta útil no jardim de inverno, uma vez que possui tanto as folhas verdes quanto um potente perfume no inverno.
Escolha plantas que produzem frutos no inverno. Muitas delas são devoradas no outono e início do inverno pelas aves locais, mas algumas plantas tendem a reter as frutas um pouco mais, incluindo: Viburnum davidii, Viburnum opulus ‘Xanthocarpum’, Callicarpa bodnierii ‘Profusion’ e Sorbus vilmorinii.

Acrescentar interesse ao inverno pode parecer uma perspectiva assustadora se você não sabe por onde começar – mas com um pouco de consideração, e algumas sugestões de plantas persistentes, em breve você vai ter um jardim que oferece certo interesse nesses meses de inverno escuro.

Por: Manoel Rodgrigues

CUIDADOS -ASMA crises-
Cuidados com doenças respiratórias devem ser redobrados no inverno

Agência Estadual de Notícias

O número de casos de gripe, meningite e pneumonia tende a aumentar significativamente durante o inverno. O risco de transmissão cresce devido a maior concentração de pessoas em locais fechados, o que facilita a disseminação de vírus respiratórios.

Além disso, o clima seco e as baixas temperaturas também contribuem para agravar o quadro clínico de pessoas que sofrem com asma, bronquite e rinite alérgica. Especialistas afirmam que a melhor forma de atenuar ou prevenir esses problemas é manter hábitos saudáveis e lembrar-se de medidas simples de higiene.

O superintendente de Vigilância em Saúde, Sezifredo Paz, explica que mantendo uma alimentação balanceada, dormindo bem e realizando atividades físicas periódicas, a pessoa tem menores chances de contrair doenças comuns de inverno. “São atitudes simples que fazem toda a diferença na qualidade de vida das pessoas”, disse.

Outra forma de se prevenir é higienizar as mãos com frequência, seja por meio da lavagem com água e sabão ou aplicação de álcool gel. Essa medida é extremamente eficaz para evitar a infecção por doenças respiratórias, cuja transmissão ocorre através do contato com pequenas gotículas expelidas por pessoas doentes.

“Durante a fala, a tosse e o espirro, o doente pode contaminar objetos e até mesmo o ambiente. Por isso, o ideal é que se higienize as mãos sempre após tocar objetos de uso coletivo ou locais como maçanetas e corrimãos, por exemplo”, orienta a chefe do Centro Estadual de Epidemiologia, Cleide de Oliveira.

No caso da gripe, a população também pode recorrer à vacina, disponível gratuitamente na rede pública de saúde para os seguintes grupos: idosos (+60 anos), crianças menores de 10 anos, gestantes, puérperas (mulheres com pós-parto de até 45 dias), doentes crônicos, profissionais de saúde, indígenas, trabalhadores e detentos do sistema prisional.

No inverno, também é comum que as pessoas se automediquem, o que pode mascarar sintomas de um problema mais grave. “Ao sentir febre, mal estar geral ou qualquer sintoma de maior intensidade, a pessoa deve procurar atendimento médico imediatamente. Tomar medicamentos por conta pode piorar ainda mais a situação”, ressalta a médica da Divisão de Doenças Transmissíveis da Secretaria da Saúde, Júlia Cordelini.

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Veja os principais sintomas de algumas doenças comuns no inverno:

Resfriado e rinite

Mais leve e menos demorado, o resfriado frequentemente é confundido com gripe. Embora parecidos, os sintomas do resfriado são mais brandos e duram menos tempo, entre dois e quatro dias. Em geral, as pessoas apresentam tosse, congestão nasal, coriza, dor no corpo e dor de garganta leve. No resfriado, a febre é menos comum e, quando aparece, é baixa.

Outra doença que também tem sintomas parecidos e que pode ser confundida com a gripe é a rinite alérgica. Os principais sintomas são espirros, coriza, congestão nasal e irritação na garganta. A rinite alérgica não é uma doença transmissível, mas provocada pelo contato com agentes que causam alergia, como poeira, pelos de animais, poluição, mofo e alguns alimentos.
Tratamento
Ao surgirem sintomas de gripe, resfriado ou rinite, o Ministério da Saúde recomenda que as pessoas procurem o serviço de saúde mais próximo e não tomem medicamentos por conta própria. A automedicação pode mascarar sintomas, contribuir para o agravamento da doença e dificultar o diagnóstico, que deve ser feito por um médico.

Medidas preventivas de eficácia comprovada:

— Higienizar as mãos com água e sabão, ou com álcool gel, principalmente depois de tossir ou espirrar; depois de usar o banheiro, antes de comer; antes e depois de tocar os olhos, a boca e o nariz

— Evitar tocar os olhos, nariz ou boca após contato com superfícies potencialmente contaminadas, como corrimãos, bancos e maçanetas

— Evitar proteger a tosse e o espirro com as mãos, utilizando, preferencialmente, lenço de papel descartável

— Evitar contato com pessoas que apresentem a síndrome gripal

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SINTOMAS DAS PRINCIPAIS DOENÇAS

 

GRIPE – febre alta, tosse, dor de garganta, dor de cabeça, dores no corpo, cansaço e calafrios.

MENINGITE – febre alta, mal estar geral, dor de cabeça, vômito, dificuldade para movimentar o pescoço, pequenas manchas na pele (petéquias).

PNEUMONIA – febre alta, tosse carregada, respiração dolorosa, calafrios, suor e palidez.

CONJUNTIVITE – olhos vermelhos e lacrimejantes, ardência, pálpebras inchadas, coceira e secreção ocular.

http://maringa.odiario.com/parana/noticia/848493/cuidados-com-doencas-respiratorias-devem-ser-redobrados-no-inverno/

 

 

CUIDADOS -ASMA

ASMA: QUE PERIGO!

OMS afirma que de 100 a 150 milhões de pessoas sofrem de asma em no mundo.

As frequentes mudanças climáticas atingem em cheio um grupo específico de pessoas sensíveis às temperaturas mais baixas: os asmáticos. É nesse período do ano que o frio, somado ao ar seco e ao aumento da poluição, desencadeia as crises respiratórias. O resultado é um aumento de 30% a 40% dos atendimentos de emergência em hospitais e clínicas. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), de 100 a 150 milhões de pessoas sofrem de asma no mundo.

Caracterizada por uma inflamação crônica das vias aéreas, a asma causa estreitamento reversível dessas vias, que leva à limitação da passagem do ar. A doença atinge pessoas de todas as faixas etárias. “A asma não é contagiosa, mas uma doença de característica genética com base alérgica e alguma tendência familiar. Além dos fatores desencadeantes conhecidos, como o frio e a poeira, há casos de propensão por conta de pelos de animas como o gato, fumaça de cigarro, cheiros fortes e objetos que acumulam pó, caso de cortinas e tapetes”, afirma Rafael Munerato, clínico geral do Bronstein Medicina Diagnóstica.

É preciso ficar atento, pois, se não for tratada de maneira adequada, a asma pode levar à morte. No mundo, estima-se que a doença seja responsável por 250 mil mortes anuais. No Brasil, essa taxa é de aproximadamente 2 mil por ano. “Apesar de não ter cura, quando o paciente é acompanhado por um especialista, o controle da doença pode ser alcançado com o desaparecimento dos sintomas por meses ou até anos”, comenta o médico.

Nesta época do ano, há um aumento nos índices de crise de asma por conta de as pessoas permanecerem mais tempo em ambientes fechados, o que aumenta a exposição delas aos fatores desencadeantes. Os sintomas variam muito e podem ser de leves a graves; os principais são tosse – na maioria das vezes seca – falta de ar, chiado no peito e opressão torácica.

Rafael Munerato lembra que uma pessoa que tenha tosse frequente, cansaço ou falta de ar deve procurar um médico. O tratamento da asma é focado em controle ambiental, terapia farmacológica e imunoterapia, a ser indicada pelo médico de acordo com o quadro clínico do paciente. A pessoa com asma deve evitar contato com os fatores já sabidamente capazes de desencadear a doença. Para muitos pacientes, a medicação deve ser administrada diariamente, com a finalidade de controlar os sintomas, melhorar a função pulmonar e prevenir crises.

Asma infantil

O Colégio Americano de Alergia, Asma e Imunologia criou cinco tópicos sobre asma infantil, nos quais pais e médicos devem estar sempre de olho. Segundo o médico, os tópicos a seguir auxiliam muito os pais no diagnóstico da doença e são de grande valia na hora da consulta médica.

1. A asma faz a criança evitar a prática de esportes ou de outros exercícios?

2. O pequeno vem faltando com frequência à aula?

3. Quando o jovem sai de casa ou entra nela, os sinais tendem a piorar?

4. A criança se sente triste ou diferente de seus amigos?

5. A asma e seus sintomas parecem ter desaparecido?

Fonte: Dr. Rafael Munerato, clínico geral do Bronstein Medicina Diagnóstica.

site: http://www.bronstein.com.br

AFRIOMANTEIGADECACAU

MANTEIGA DE CACAU NÃO É A MELHOR OPÇÃO PARA HIDRATAR OS LÁBIOS

O ideal é hidratar muito os lábios no inverno. No caso da manteiga, ela só cria uma barreira protetora. Veja as melhores escolhas!

É só o inverno chegar que tubinhos de manteiga de cacau brotam como água nas farmácias e perfumarias. O que muita gente não sabe, porém, é que esse não é o melhor método para hidratar os lábios, garantem os especialistas.

A manteiga de cacau não é prejudicial, ela pode sim ser utilizada na boca, mas o produto age somente como um “selador”, e não como um hidrante.

Por não conter glândulas sebáceas e recursos para uma reconstrução celular efetiva, que aceleraria o processo de regeneração, a pele dos lábios pede altas doses de hidratação. Dessa forma, o produto mais indicado para cuidar dos lábios no inverno é o lip balm – um tipo de batom sem cor concentrado com fórmula hidratante.

O mercado oferece dezenas de opções de lip balms com preços variados. O produto, que pode ser usado sozinho ou antes do batom, é cremoso e não tem aspecto oleoso, como a manteiga de cacau. Ele não apenas umedece os lábios, mas regenera o tecido.

Batons especiais também são boas opções. É importante verificar se na composição do produto há ingredientes hidratantes, como vitamina E, manteiga de karitê e ceras. Em casos mais sérios, como rachaduras e fissuras que sangram – com uma possível evolução para infecção – , produtos tópicos com ácido hialurônico e até antibióticos via oral são receitados pelo dermatologista.

Dicas para lábios bonitos e hidratados:
1. Não passe a língua nos lábios para atenuar a sensação de frio. Os sais contidos na saliva e o pH provocam um efeito rebote, causando ou piorando o ressecamento.

2. Batons muito coloridos (como os vermelhos) devem ser usados com parcimônia. Por conta do corante, eles aumentam a chance de dermatite de contato e irritação

3. Fuja dos batons 24 horas. Para obter o efeito de alta fixação, o produto possui substâncias que ressecam os lábios.

4. Beba muita água, até nos dias mais frios. A hidratação também ocorre de dentro para fora.

5. Tenha um lip balm em casa e outro na bolsa. Aplique antes do batom e reaplique sempre que sentir necessidade.

Fontes: Daniela Nunes, dermatologista, diretora médica da Slim Clinique (RJ); Dra Isabel Martinez, dermatologista, diretora da Clínica Martinez; Alexandre Filippo, dermatologista

 

corrida NO SOL DO INVERNO

 

CUIDADOS: SOL DO INVERNO

 

As consequências da falta de cuidado com a exposição ao sol geralmente se apresentam em longo prazo e o maior perigo é o desenvolvimento do câncer de pele. De acordo com o INCA – Instituto Nacional de Câncer – são diagnosticados por ano cerca de 130 mil novos casos da doença, correspondendo a 25% de todos os tumores malignos registrados no país.

O que muita gente se esquece é que a radiação ultravioleta acontece o ano inteiro, não apenas no verão e atinge não só o corpo diretamente, mas reflete também na água, cimento, areia e chão. Por isso, a pele é atingida mesmo nos dias nublados ou de mormaço, sob água ou através do vidro nos carros com a janela fechada.

Utilizar filtro solar e chapéu são alguns cuidados básicos para prevenir o câncer de pele. Porém, outra solução que tem virado tendência no mercado é o uso de sombreadores, tecnologia que protege a área dos raios UVA e UVB em até 97%. Os sombreadores são desenvolvidos com material especial, reduzindo o impacto do sol e calor e já estão sendo utilizados em parquinhos infantis, estacionamentos externos de supermercados, aeroportos, condomínios, pátios ao ar livre e clubes.

“As telas são uma boa opção pois proporcionam de 85% a 97% de bloqueio dos raios UVA e UVB, protegendo as pessoas que estão expostas ao sol em qualquer época do ano. Os sombreadores já estão presentes nos estacionamentos de shoppings, aeroportos e parques”, explica o arquiteto Orestes Ravanhani Neto, diretor da SOL Técnica (www.soltecnica.com.br), especialista em coberturas e sombreadores. “Cada vez mais devemos priorizar estes locais para prevenir a exposição excessiva ao sol, já que a área fica muito mais protegida, sem tirar a graça de estar ao ar livre”, explica.

5 Dicas para evitar o câncer de pele mesmo no inverno

• Usar chapéus, camisetas e protetores labiais durante qualquer tipo de exposição ao sol, por exemplo, durante a corrida matinal ao ar livre. Proteja-se sempre, mesmo nos dias em que o sol não aparente estar tão forte.

• O sol que pode provocar o câncer de pele é cumulativo e de acordo com pesquisas, 80% de toda exposição solar de uma pessoa costumar ser até os 18 anos. Por isso, utilizar filtros solares diariamente – no mínimo fator 15 – e não somente em horários de lazer ou diversão é essencial para prevenir a doença.

• Observar regularmente a própria pele, à procura de pintas ou manchas suspeitas.

• Aconselha-se procurar um dermatologista pelo menos uma vez ao ano para um check up.

• Manter bebês e crianças protegidos do sol. Filtros solares podem ser usados a partir dos seis meses e durante brincadeiras ao ar livre, procurar locais com sombreadores. A pele das crianças é muito mais sensível e os riscos de insolação e queimaduras são maiores.

Fonte: Maxpress

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CUIDADOS  COM:  PELES E CABELOS
É gostoso curtir as coisas boas que o frio traz, mas a temperatura baixa também traz algumas alterações incômodas no rosto e no corpo

O inverno divide opiniões: é odiado ou amado. E começa oficialmente hoje (21/06), hora de começar a tirar as roupas pesadas de cima do armário e se produzir – delícia usar casacos, botas, echarpes, chapéus, gorros, luvas, quem sabe…
O inverno divide opiniões: é odiado ou amado. E começa oficialmente hoje (21/06), hora de começar a tirar as roupas pesadas de cima do armário e se produzir – delícia usar casacos, botas, echarpes, chapéus, gorros, luvas, quem sabe… mas a baixa temperatura também causa alterações na pele e nos cabelos, deixando-os bem mais ressecados. O frio ainda pode agravar algumas doenças, como a dermatite atópica, um tipo de lesão na pele. Para não sofrer e aproveitar as coisas boas que o inverno traz, alguns cuidados são fundamentais para cada tipo de pele:

Pele ressecada

Não tome banhos muito quentes, eles retiram a oleosidade natural da pele.
Evite se ensaboar demais e não use bucha, pois tira a hidratação natural da pele. Prefira sabonetes suaves com hidratantes.
Procure ensaboar o corpo todo em apenas um banho por dia. Se tomar outros, passe o sabonete nas áreas de dobra da pele, como axilas, pescoço, regiões íntimas e nádegas.
Logo após o banho, com a pele ainda úmida, use um hidratante nas áreas ressecadas. Um dermatologista pode indicar o melhor tipo de hidratante para a sua pele.
Beba bastante água e coma frutas, legumes e verduras. Esta é uma dica importantíssima para o corpo todo.
Pele oleosa

O ressecamento é normal, mas muita gente não sabe que as pessoas com pele oleosa podem perceber um aumento da oleosidade e até uma piora considerável da dermatite seborréica (descamação localizada ao redor do nariz, nos supercílios, atrás das orelhas e no couro cabeludo).

Evite usar hidratantes nas áreas mais oleosas. Mesmo se logo após o banho a pele parecer ressecada, em pouco tempo a oleosidade natural vai retornar.
Evite lavar o rosto com água quente, pois estimula a produção de mais oleosidade.
Evite alimentos gordurosos (isso vale para qualquer época do ano!).
Beba bastante água e coma frutas, legumes e verduras. Importante sempre.
Use filtros solares ou cosméticos oil free (livres de óleo).
Se a pele descama ou fica avermelhada na região central do rosto, procure um dermatologista, pois pode ser dermatite seborreica.

CUIDADOS- BEBA ÁGUA MESMO SENDO INVERNO
Rachadura labial

Use hidratantes labiais várias vezes ao dia.
Evite passar a língua sobre os lábios, pois piora o ressecamento.
Beba bastante água.
Proteção solar

É uma delícia tomar um sol nos dias frios, né? Mas não pense que os raios de sol do inverno são inofensivos. Que nada! Apesar da diminuição dos raios UVB, a incidência do UVA (principal responsável pelo envelhecimento da pele) continua com a mesma intensidade do verão. Sua pele pode não ficar “queimada” como no verão, mas vai sentir os efeitos do sol da mesma forma. Portanto, filtro solar sempre.

Tratamentos estéticos

O inverno é a estação mais indicada pelos dermatologistas para a realização de muitos tratamentos estéticos, especialmente aqueles mais invasivos, que deixam a pele mais fina e vulnerável ao calor – como o peeling e os tratamentos a laser –, e exigem distância do sol.

Além dos procedimentos para esfoliar, hidratar e nutrir a pele, a estação também é o momento propício para buscar técnicas que amenizem manchas e cicatrizes de acne, pois os produtos clareadores são liberados durante o inverno.

Os dermatologistas também recebem mais clientes no inverno em busca de tratamento para celulite, estrias e flacidez – afinal, as mulheres querem se preparar para o verão. Pra completar, as baixas temperaturas fazem com que o inchaço seja menor e a recuperação no pós-operatório melhor. E possíveis manchas e hematomas comuns no pós-tratamento ficam escondidas sob as roupas.

Escolher bons produtos é fácil, já que o mercado oferece uma grande variedade. Mas vale consultar um dermatologista para indicar as melhores opções para o seu tipo de pele. A gente dá algumas dicas:

Óleos

Eles deixam a pele mais macia e amenizam o aspecto ressecado causado pelo frio. A Farmax tem uma linha de óleos que hidratam e perfumam com os aromas naturais de açaí, ameixa, amêndoa e avelã. Óleo 100 ml: R$ 4

 

Loções hidratantes

Os hidratantes nutrem e revigoram a pele. A linha Hidraderme tem fragrâncias de aveia, morango, proteínas do leite e amêndoa para perfumar o inverno. Loção Hidraderm: R$ 5

 

Protetor solar

No inverno, os raios solares também causam danos à pele. Os protetores e bloqueadores da Farmax têm Vitamina E para proteger e hidratar a pele. Protetor solar FPS 30: R$ 16

 

Creme para as mãos

Para deixar as mãos mais macias, é indispensável o uso de cremes hidratantes. A linha Mãos e Pés, da Farmax, hidrata mãos e unhas e pode ser levada na bolsa. Creme para as mãos: R$ 4

http://www.paisefilhos.com.br/mae-tambem-e-gente/inverno-a-estacao-pede-cuidados-basicos-para-peles-e-cabelos

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MAIS CUIDADOS COM A PELE E CABELOS

 

Quais os cuidados com a pele e com os cabelos que devemos ter no inverno? Muitas pessoas acham que somente o verão pode ser nocivo à pele e aos cabelos, mas isso é um engano; o frio também pode causar danos a pele e aos cabelos. Hoje o Femininous.com traz para vocês algumas sugestões feitas pelo dermatologista Dr. Agnaldo Augusto Mirandez – Clínica Perfetta, para manter a sua pele e o seu cabelo saudável também no inverno.
No inverno queremos banhos escaldantes, certo? Errado! “Banhos muito longos e quentes levam a um ressecamento exagerado, o que pode provocar descamação, vermelhidão e também coceira. Por isso, o ideal é que o banho seja morno”, explica o dermatologista da Clínica de Estética e Dermatológica Perfetta, Agnaldo Augusto Mirandez.
Os cuidados com a pele do rosto e do corpo devem ser tão intensos quanto são no verão. A hidratação da pele é bem-vinda em todas as estações, especialmente no inverno onde a pele tende a descamar e ficar com aquela aparência ressecada e opaca.
O mesmo serve para os cabelos, que, além de sofrerem com a água quente, também são submetidos muito mais ao uso de secadores e chapinhas. Então, a pergunta da estação é:

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Como cuidar adequadamente da pele e dos cabelos, deixando-os à prova do frio?

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Abaixo, algumas das dicas mais importantes e eficazes sobre esses cuidados que foram dadas pelo Dr. Agnaldo Augusto Mirandez:

· Hidratação do corpo e do rosto: devem ser feitas logo após o banho, com produtos indicados para o tipo de pele; no corpo, usar loções, cremes ou óleo; no rosto, creme ou loção, também indicado para o tipo de pele;

· Esfoliação: a rotina de cuidados deve ser seguida, porém, nessa época, a hidratação deve ser redobrada;
· Sabonetes: o ideal é restringir o uso do sabonete, e, se possível, usar os que contêm óleos, ou seja, hidratantes que buscam repor a oleosidade retirada;
· Bucha vegetal: o uso deve ser evitado, pois, assim como os sabões e a água quente, contribui para remover o manto lipídico, deixando a pele vulnerável e sujeita a coceiras e alergias;
· Tratamentos estéticos: por serem incompatíveis com a exposição ao sol, muitos deles têm no inverno a melhor época para serem realizados; os a laser, peelings químicos e cirúrgicos, entre outros, costumam ser realizados com mais segurança nessa época;
· Efeitos do clima frio nos cabelos: o ressecamento pode atingi-los, e nesse período costuma ocorrer piora de afecções do couro cabeludo, como a dermatite seborreica e a psoríase;
· Secá-los quantas vezes por semana? Os cuidados devem ser os mesmos e a frequência com que se lava depende de uma série de fatores, que são individuais; a água deve ser morna.

Seguindo as dicas acima você vai manter a sua pele e os seus cabelos saudáveis para o próximo verão e ainda ficar linda no outono e no inverno. Bom não é? Espero que vocês tenham gostado das dicas.

http://femininous.com/cuidados-com-a-pele-e-os-cabelos-no-inverno/

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No inverno o gasto calórico é 10% maior

 

As baixas temperaturas do inverno são grandes parceiras da boa forma. Segundo especialistas, para se manter aquecido, o corpo aumenta o gasto calórico em até 10%: esta condição, aliada a uma dieta balanceada e exercícios físicos, é um empurrão para quem quer chegar ao verão com o corpo em dia.

“O corpo trabalha mais para se aquecer e gasta mais calorias para isso. Não é um milagre do emagrecimento, mas é importante tirar proveito disso”, orientou a nutricionista funcional Luciana Harfenist. “Agora é a época de malhar pesado, fazer exercícios aeróbicos e se alimentar bem. É época boa para começar a emagrecer e não chegar no verão desesperado por uns quilos a menos”, disse.

Saciedade e hidratação

Segundo ela, ingerir alguns tipos de alimentos ajuda ainda mais no sucesso da dieta. Cafeína, gengibre, pimentas (que só não devem ser consumidos por hipertensos e pessoas com doenças do trato intestinal), além de fibras, também aumentam o gasto calórico. Já as sopas e caldos, além de aquecerem o corpo e manterem a imunidade em dia, dão saciedade. “Já que as pessoas têm mais fome no inverno, as sopas podem ser usados como entrada, o que diminui a vontade de comer outras coisas”, sugeriu a nutricionista. Outra vantagem, segundo Luciana, é que sopas são fonte de hidratação, esquecida nos dias frios.

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De acordo com a especialista, não é preciso esquecer o fondue e o chocolate quente, delícias típicas do frio. Mas pode-se fazer algumas substituições: a bebida, por exemplo, pode ser feita com leite desnatado, cacau em pó com canela e adoçantes. No fondue, pode-se substituir o óleo fervendo na panela por caldo temperado com legumes.
ES

 

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POEMA:

 

É INVERNO

Dia, tarde e noite do Inverno

Que chega e com ele a brisa perfeita,

Calma e branda a cada manhã:

Para o amor e para a vida sã.

 

Ao me lembrar do vestuário,

Do gelo, das serras , dos campos,

Do frio, do agasalho, do paletó,

Preservo o pensamento;

Recordo que nem sei

Em gravata dar nó.

 

Mas também penso no lado nada bom

De quem precisa de um cobertor:

Vive vida danada, não tem quase nada,

Faltam remédios e consultas com um doutor!

 

É frio, quero ao seu lado, sossego .

Eu e você nos aqueçamos.

E antes que esqueçamos, lembre-se:

Nossos momentos nunca serão pequenos,

Por mais que minúsculos sejam os apegos.

 

Inverno!!!

Por um lado, tudo fica mais bonito,

Quando aparece .

Não consigo dar menos de um grito,

Quando a noite merece.

 

Inverno; chá quente,

Aconchego para valer, de repente,

Ou não.

Ofereço-lhe uma dose ardente,

De amor regado a vinho quente.

Experimente! Ouça o som!!!

Prof. Nilceu Francisco

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Nutricionistas dão dicas de alimentação saudável no inverno

 

Nessa época do ano, quando as estações proporcionam baixas temperaturas,as pessoas parecem sentir mais apetite e a procura por alimentos que satisfaçam essa necessidade é ainda maior.

Isso acontece, de maneira geral, porque no inverno o organismo tem um maior gasto calórico para manter a temperatura corporal. Mas, no Brasil, não é bem assim que funciona. Para os brasileiros, a variação de gasto calórico não chega a 10%, afinal as temperaturas não sofrem uma queda tão brusca, o que não justifica uma queima excessiva de calorias.

“Pesquisas mostram que o principal fator relacionado ao aumento do apetite na estação é a parte emocional e, consequentemente, a relação que cada um tem com os alimentos. Algumas pessoas buscam na comida quente e mais calórica preencher alguma necessidade afetiva, mais comum nesta época do ano”, explica a nutricionista e coordenadora do curso de Nutrição, do Centro Universitário de Araraquara(UNIARA), a professora Ana Carolina Carneiro.

Os cuidados com a alimentação são sempre importantes independentes da época do ano e, em alguns casos, as restrições devem ser seguidas com grande afinco para garantir a saúde e bem-estar.

No caso de hipertensos e diabéticos, por exemplo, os cuidados continuam os mesmos durante o inverno, dobrando a atenção para que os típicos pratos mais gordurosos não afetem a regularidade da nutrição. “Prefira as sopas de legumes com carne magra. Acrescente à sopa brócolis, couve e temperos naturais. Abuse de temperos como coentro, cominho, curry, páprica picante, gengibre, cebola e canela, todos com propriedades termogênicas, ou seja, capazes de aquecer nosso organismo e aumentar o gasto calórico durante a refeição”, acrescenta Ana Carolina.

A professora ainda ressalta que se dê preferência às hortaliças grelhadas, refogadas, já que o consumo da salada diminui e tomar bebidas quentes, como chá de ervas ou leite com cacau e canela, que aquecem e são nutritivas e saborosas. Todos esses recursos são riquíssimos para aqueles que procuram manter a dieta e a saúde.

Para o assistente fiscal,Gerson dos Santos Filho, que é hipertenso e diabético, essa época é difícil para manter a dieta. “Com esse friozinho ficamos doidos pelas comidas mais recheadas e gordurosas. É um desafio para gente que não pode comer de tudo”, coloca.

A nutricionista e professora do curso de Nutrição da Uniara, Patricia Meciano Simone Barreto, aponta que na hora de fazer as compras é sempre bom que a pessoa não esteja com fome, pois corre-se o risco de comprar muitas coisas que não se deve consumir e que, ao comer um alimento, sempre se pergunte se está realmente com fome ou se isso é uma compulsão ou gula.

Patricia dá duas dicas de pratos que vão aquecer e que podem de maneira saudável dar aquela sensação de saciedade(leia abaixo).

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Sopa de abóbora
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Tempo de preparo: 30min

Rendimento: 5 porções

Ingredientes:

1 kg de abóbora madura

1 colher de sopa de farinha de trigo

2 litros de água

Sal e pimenta a gosto

Alho e cebola para temperar

Salsinha

Modo de preparo:

Coloque a água para ferver, junte a abóbora em pedaços e cozinhe-a até ficar bem macia, formando um caldo. Coe e esmague os pedaços de abóbora com um garfo e torne a juntá-los ao caldo.

Leve ao fogo outra vez com a farinha de trigo diluída em um pouco de água fria para engrossar.

Tempere a gosto com sal e pimenta, alho e cebola Quando a sopa estiver pronta despeje a salsinha por cima.

Misture e sirva.

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Banana no microondas
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Tempo de preparo: 03min

Rendimento: 1 porção

Ingredientes:

2 bananas nanicas

Canela em pó

Modo de preparo:

Em um refratário disponha as bananas com casca.

Leve ao microondas em potência alta por 1 minuto e 15 segundos (há variação de fornos), o importante é que elas cozinhem mas, não muito.

Feito isso, retire as cascas ainda quente

Polvilhe a canela a gosto.
http://www.uniara.com.br/ageuniara/artigos.asp?Artigo=5900&Titulo=Nutricionistas_dao_dicas_de_alimentacao_saudavel_no_inverno

 

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13 dicas para manter a forma no inverno
O inverno chegou e com ele vem aquela vontade de ficar em casa debaixo das cobertas e comer todas as delícias que esta estação sugere. Chocolate quente, fondue, sopa, massas e outras delícias que só de pensar já da água na boca, fazem parte do cardápio durantes estes meses, mas, não podemos esquecer que todas estas preparações são muito calóricas e que pode proporcionar aqueles quilinhos indesejáveis.
Veja a seguir, dicas em geral de como manter a forma no inverno e como fazer para não deixar de comer todos os alimentos saborosos que apreciamos nesta estação.
1- Beba água! No inverno as pessoas não tem vontade de beber água, até mesmo outros líquidos, isso é um erro, pois durante o inverno também elimina-se água do corpo e é preciso repor essa perda, por isso não esqueça de beber de 2 a 3 litros de água todos os dias.
Para ajudar a completar esta quantidade beba um chá quentinho.

2- Friozinho e sopa é uma ótima combinação. Se você souber preparar, escolher os ingredientes da sopa, é uma boa pedida, pois além de esquentar, terá uma refeição saudável. Use e abuse de verduras, legumes e temperos naturais. Acrescente com moderação carboidratos como: macarrão, arroz, mandioca, batata e mandioquinha, pois são todos alimentos do mesmo grupo alimentar. Cuidado com os cremes, pois geralmente é acrescido creme de leite, que fornece muitas calorias. Moderação na quantidade, não é porque é sopa que pode ser consumida à vontade, pois é um prato que fornece calorias como qualquer outro.

3- Troque o chocolate quente tradicional pela versão light com leite desnatado e achocolatado light. Vale lembrar que mesmo os alimentos sendo light devem ser consumidos moderadamente. Ter menos calorias não significa que você pode comer em dobro.

4- Substitua os doces com chantilly, creme de leite e leite condensado por doces a base de frutas. Deixe para comer o doce de sua preferência 1 vez por semana, com moderação.

5- As massas com molhos brancos ou muito elaborados se tornam muito calóricas, portanto prefira massas com molho simples de tomate ou a bolonhesa. Uma sugestão para tornar o molho branco menos calórico é utilizar o leite desnatado no preparo.

6- O consumo de saladas no frio é bem menor pelas pessoas, mas o grupo das verduras e legumes são essenciais para o bom funcionamento do organismo. Pense em consumir estes alimentos cozidos, refogados, grelhados.

7- Consuma frutas todos os dias, sempre que possível opte por aquelas que contém vitamina C (laranja, limão, acerola, tangerina, morango, etc.), pois de acordo com alguns estudos esta vitamina diminui o tempo de cura em gripes e resfriados.

8- Fracione sua alimentação, faça de 5 a 6 refeições por dia, não pule refeições, estabeleça horários, assim não irá extrapolar na próxima refeição e não sentirá fome durante o dia.

9- Alimentos ricos em fibras proporcionam uma sensação de saciedade maior, por isso é interessante consumir nesta época em que sentimos mais fome, exemplos: pão integral, arroz integral, aveia, farelo de trigo, granola, etc.

10- Coma devagar e em ambientes tranqüilos assim sentirá quando estiver satisfeito. Aprenda a se controlar. Coma até que fique satisfeito e não empanturrado.

11- O consumo de bebida alcoólica costuma se elevar no frio, o que pode aumentar o consumo de calorias e conseqüentemente o peso, portanto moderação é fundamental, não esqueça que cada grama de álcool fornece 7 kcal.

12- Passar o inverno e não freqüentar uma festinha de queijo e vinho não é justo, então siga a nossa dica: dê preferência pelo queijo branco, experimente acrescentar um pouco de azeite e orégano. O vinho tinto é uma opção saudável, pois tem propriedades antioxidantes que fazem bem à saúde.

13- Não deixe de praticar exercícios! Não permita que o desânimo e a preguiça tomem conta de você, a prática de atividade física é importante para o seu corpo em qualquer época do ano.

Se você seguir as dicas de Cyber Diet terá um inverno saudável e estará em forma para próxima estação do ano.

Por:
Roberta dos Santos Silva
Nutricionista-chefe do programa Cyber Diet, formada pela Universidade Católica de Santos CRN-3 14.113

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DEZ DICAS PARA NÃO ENGORDAR NO INVERNO

por Patricia Davidson Haiat

 

Com a chegada do inverno, as mulheres já começam a se preocupar com a balança. É comum ficar com mais vontade de comer, principalmente alimentos calóricos, como por exemplo, fondues e brigadeiros de panela.
Com a queda da temperatura externa, nosso corpo tende a diminuir sua temperatura interna. E uma das funções dos alimentos é fornecer energia ao corpo para que ele mantenha essa temperatura. Como no inverno está mais frio, precisamos de mais energia para manter o corpo aquecido, por isso comemos mais.
Mas mesmo assim,é possível não ganhar peso no inverno. Forneço aqui dez dicas para te ajudar a mantê-lo.

1ª) O grande coringa da alimentação no inverno é abusar das sopas e caldos à base de legumes que, além de aquecer, são preparações menos calóricas. Mas lembre de deixar o queijo e as torradinhas de lado e invista nas folhas verdes como acompanhamento.

2ª) Troque o chocolate quente pelo chá. O chá verde, por exemplo, é uma ótima opção para ter na geladeira – faça uma porção para parte da manhã e outra para tarde – para que as propriedades não sofram tantas perdas e então esquente quando for consumir.

3ª) Não esqueça de consumir frutas, principalmente as cítricas, como laranja, limão, goiaba e acerola, pois são ricas em vitaminas e minerais, que aumentam as defesas do organismo e evitam doenças, principalmente as comuns do inverno, como gripes e resfriados.

4ª) Evite molhos gordurosos à base de queijos e creme de leite, dando preferência aos molhos de tomate e manjericão, por exemplo.

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5ª) Escolha as carnes magras, como frango e peixe. Prepare-as na pressão ou grelhadas. Já as frituras não devem ter vez, pois, além de serem bombas calóricas, são ricas em gordura saturada, que está entre os principais promotores de doenças cardiovasculares.

6ª) No fondue salgado, prefira os de carne aos de queijo. De preferência, grelhe a carne antes em uma frigideira para que, na panela, ela não absorva tanta gordura e procure fazer molhos mais saudáveis como acompanhamento, dispensando o creme de leite e a maionese.

7ª) – Já no founde de chocolate, faça numa consistência mais rala, com chocolate mais amargo, e abuse das frutas como acompanhamento.

8ª) Modere no consumo de bebidas alcoólicas, pois é comum exagerar nessa época do ano, o que muitas vezes pode significar os quilos extras. Dê preferência ao vinho, mas com moderação.

9ª) Beba água! Não esqueça a hidratação. Embora a transpiração diminua no inverno, nossas necessidades hídricas continuam sendo as mesmas – 1,5 litro de água por dia.

10ª) A prática de exercício físico não deve ser esquecida no inverno, pois é de grande importância para a manutenção do peso. Procure fazer atividades físicas indolor ao invés de caminhadas e atividades externas, pois o frio pode ser um desmotivador.

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Inverno da Alma | Crítica

Adaptação indicada a quatro Oscars bate cabeça com o filme de gênero dentro de si

 

Existe um bom “filme de gênero” dentro de Inverno da Alma (Winter’s Bone, 2010), um thriller sobre o desaparecimento de um traficante. Por fora, porém, há uma casca de “filme de festival” que impede que esta adaptação do romance de Daniel Woodrell se movimente com mais naturalidade.

O próprio Woodrell cunhou uma expressão, “country noir”, para definir o gênero que ele pratica em seus livros de mistério ambientados nas montanhas Ozarks, no estado americano do Missouri. Winter’s Bone, o mais recente, publicado em 2006, é o oitavo. Na trama, uma adolescente com dois irmãos menores precisa encontrar o seu pai, procurado pela polícia, para impedir que a justiça tome a sua casa.

Todo rótulo é uma redução, mas a diferença principal do filme de gênero para o filme de festival é que o primeiro tem como base a familiaridade e o segundo, a estranheza. A ação de um filme de gênero é quase espontânea, o que muda são os fatores que a fazem andar. Já um filme de festival parte do zero, da observação do mundo; é preciso antes situar o espectador, e a ação é determinada por essa aproximação.

O problema de O Inverno da Alma é que esses dois perfis tentam se impor juntos. O mistério do sumiço do pai já está em curso; a comunidade ali em Ozarks vive da contravenção, pode ter acontecido com ele qualquer coisa. Mas a narrativa é travada pelo documentalismo, por assim dizer. Seguimos a rotina da filha, Ree (Jennifer Lawrence), como se ela estivesse entrando em contato com tudo pela primeira vez, o que soa artificial. Na cena da escola, ela assiste ao treino militar com encanto, mas sentimos que ela já viu aquilo mil vezes.

A atuação indicada ao Oscar de Jennifer Lawrence é clara e manifesta porque a câmera não larga dela. Ree é a nossa cicerone neste retrato que a diretora Debra Granik, em seu segundo longa, força para parecer autêntico: todo mundo tem camiseta de estampa de lobo e mal pode aparecer um banjo que alguém já senta pra tocar.

A apresentação dos coadjuvantes é sintomática do choque de estilos. Ela é funcional como em todo filme de gênero (cada personagem é uma peça a mais no mistério) mas quer soar natural, e fica difícil ser ambos ao mesmo tempo. Então tome personagem, inicialmente curvado e de costas (a privacidade é respeitada nos registros naturalistas), virando-se para a câmera na hora de cheirar cocaína, para tipificar esse personagem e funcionalizar o momento.

Antes de ser indicado a quatro Oscars – filme, roteiro adaptado, ator coadjuvante para John Hawkes e atriz para Lawrence -, Inverno da Alma levou prêmios em Sundance e Berlim. É, portanto, um filme de festival consumado. Infelizmente, só começa a se aceitar como filme de gênero a partir da metade, ao caminhar para a resolução do mistério (o clímax é notável), quando as suas obrigações com a apresentação naturalista foram todas cumpridas.

Não deixa de ser uma situação perversa. Esse filme nunca chegaria ao Brasil se não fossem os prêmios, mas a sua faceta B, mundana, policialesca, que não dá prestígio pra ninguém, muito menos Oscars, é muito melhor que a sua parcela “de arte”.

CUIDADOS - CAO - INVERNON

APRENDA A CUIDAR DO SEU BICHO DE ESTIMAÇÃO NO INVERNO

Período mais frio do ano pode afetar a saúde do animal. Prevenção começa dentro de casa

Você sabia que, durante o inverno, até os animais de estimação podem ser vítimas de doenças respiratórias? De acordo com Letícia Tortola, médica veterinária da Mogiana Alimentos – Guabi Pet, a traqueobronquite infecciosa canina, também conhecida como tosse dos canis, é um dos males que costuma ameaçar a saúde dos cachorros durante esse período do ano.

Cobertores, roupas e iglus ajudam garantir o conforto térmico dos bichos (Fotos: Shutterstock)

A boa notícia é que a prevenção começa dentro de casa. Além de manter a agenda de vacinas em dia e contar com o cuidado de um especialista, os donos podem zelar pela saúde de seus bichinhos com algumas atitudes simples, como evitar que o animal durma em contato direto com o piso frio e oferecer a ele mais conforto térmico.

A sugestão de Letícia para essa situação é colocar uma tábua de madeira forrada no cantinho preferido do bicho. E isso serve tanto para cães como para os gatos, que também podem sentir os efeitos do tempo frio.

De qualquer forma, vale acrescentar que a tosse dos canis deve ser tratada por um médico veterinário, pois pode levar à pneumonia. A melhor forma de evitar essa enfermidade é a vacinação.
Ao contrário dos gatos, alguns cães aceitam bem as roupas de frio, que ajudam a amenizar o desconforto no inverno.

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Outras doenças e cuidados – Cães que sofrem de problemas como artrose, hérnia de disco e calcificação na coluna costumam apresentar mais desconforto e dores durante o inverno. Por isso, assim como os humanos, eles precisam de alternativas que os mantenham aquecidos.

Para Letícia, o ideal é deixar os bichos em locais mais quentes e disponibilizar cobertores, roupas e iglus – para os bichos que circulam dentro do imóvel – e casinhas – para aqueles que vivem no quintal. Mesmo assim, se o pet apresentar dores, dificuldade de locomoção ou até mesmo para se levantar, a indicação é procurar um médico veterinário.

A especialista diz ainda que os banhos regulares devem ser evitados nesse período do ano. A recomendação dela é aumentar o intervalo entre a lavagem do cãozinho, escolhendo dias e horários mais quentes. A temperatura da água deve ser morna e os pelos precisam ser bem secados. Vale também manter a pelagem mais longa durante essa época.

Os cuidados com a alimentação também devem ser redobrados nessa estação, já que, para manter a temperatura corporal do pet, é necessário que sua taxa metabólica aumente para produzir calor adicional. Contudo, Letícia lembra que alguns tipos de comida da alimentação humana podem ser tóxicos e não são recomendados para o consumo dos cachorros, tais como o chocolate, alho e cebola.
Donos devem oferecer alimentação adequada e evitar produtos inadequados, como chocolate
A Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet) aponta que os donos de pets gastam até R$ 860 por mês na manutenção de um bicho. No entanto, quando eles descuidam do animal, esse valor pode triplicar.

http://msn.revista.zap.com.br/imoveis/aprenda-a-cuidar-do-seu-bicho-de-estimacao-no-inverno/

 

 

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