Horário de Verão

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HORÁRIO DE VERÃO
O que é?

O Horário de Verão consiste no adiantamento dos relógios para promover economia de energia elétrica com o aproveitamento da luz natural dos dias mais longos das estações de verão/primavera; nas estações de outono/inverno os relógios são atrasados, retornando assim ao horário habitual.

O horário de verão é utilizado por cerca de 30 países. No Brasil, os relógios são adiantados ou atrasados em 1 hora, mas isto varia de país para país.

Foi Benjamin Franklin, em 1784, quem teve a idéia de implantar o horário de verão para economizar velas. Mas a proposta só foi encarada seriamente durante a I Guerra Mundial, sendo adotada também pela Inglaterra e Alemanha. Na II Guerra Mundial, a Inglaterra adotou o sistema novamente, adiantando os relógios em 2 horas. A partir daí, outros países adotaram o horário de verão e continuaram a utilizá-lo mesmo após a guerra.

Nos Estados Unidos, o horário de verão começa no primeiro domingo de abril e termina no último domingo de outubro. Na Inglaterra começa 1 semana antes do que nos Estados Unidos. Em outros países europeus termina na última semana de setembro. No Brasil, o horário de verão começa no início de outubro e termina em meados de fevereiro.

 

Perguntas & Respostas

 

1. O horário de verão traz mudanças para o relógio biológico?

Sim, os efeitos do horário de verão são semelhantes ao de uma viagem de avião em que se cruza um fuso horário, sendo que no início essa viagem seria no sentido leste-oeste e no término, no sentido oeste-leste. Em condições normais os diversos ritmos do nosso organismo (por ex. ciclo vigília-sono, ritmo de temperatura, etc..) estão sincronizados entre si (o que é chamado de ordem temporal interna) assim como ao claro-escuro ambiental. Com o horário de verão ou a mudança de fusos horários, o organismo tende a sincronizar seus ritmos ao novo horário, no entanto, como cada ritmo tem uma velocidade própria de ajuste ao novo horário, a relação de fase entre os ritmos é modificada (o que chamamos de desordem temporal interna). Após alguns dias ou semanas (dependendo do indivíduo) a ordem temporal interna é restabelecida.

2. Que tipo de alteração a pessoa pode apresentar?

Durante essa fase de desordem temporal interna o indivíduo pode experimentar um mal-estar, dificuldade para dormir no horário habitual (o horário do relógio) e sonolência diurna, o que pode levar também a alterações de humor e de hábitos alimentares.

3. É verdade que existem grupos de pessoas que sofrem mais, dependendo da regulagem de seu relógio biológico, os vespertinos por exemplo?

Sim, a resposta ao horário de verão é bastante variável entre os indivíduos. Um estudo feito no Brasil, no qual foram entrevistadas 77 pessoas de SP, RS e RN revelou que cerca de 50% das pessoas queixam-se da qualidade de sono após a implantação do horário e as diferenças entre o antes e depois são mais significativas para pessoas que dormem pouco (os chamados pequenos dormidores). Parece também que os indivíduos vespertinos teriam mais facilidade para se adaptar a entrada do horário do que os matutinos e na saída do horário a situação se inverteria, sendo mais fácil para os matutinos do que para os vespertinos, mas não existem estudos a esse respeito, trata-se de uma suposição.

4. De que forma essas pessoas são caracterizadas?

O caráter de matutinidade/vespertinidade é avaliado atráves de um questionário. As pessoas matutinas são aquelas que gostam de acordar e dormir cedo e sentem-se bem dispostas na parte da manhã. Os vespertinos são aqueles que preferem dormir mais tarde, acordar mais tarde (quando é possível), sentem-se bastante sonolentos na parte da manhã e atingem sua maior disposição do fim da tarde em diante. Além desses tipos, existem os indivíduos classificados como indiferentes porque possuem uma maior flexibilidade para alocar seu sono seja para mais cedo ou mais tarde, sem prejuízo ao seu bem-estar. É importante lembrar que a distribuição desses tipos na população segue uma distribuição normal, ou seja, a maioria é indiferente, os tipos extremos de matutinos e vespertinos são minoria, mas existem. A mesma regra vale para a existência de pequenos, médios e grandes dormidores, a maioria dos indivíduos necessita aproximadamente 8 horas de sono, enquanto uma pequena parcela necessita menos e outra parcela mais de 8 horas.

 

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5. Isso é uma preferência pessoal?

Sim e não. É uma preferência pessoal no sentido que só o indivíduo é capaz de saber qual é a sua melhor hora para dormir, acordar, trabalhar, fazer exercícios físicos, etc..; mas essa preferência não pode ser atribuída exclusivamente às convenções sociais. Há evidências recentes de que o caráter de matutinidade/vespertinidade possui uma determinação genética.

6. Durante esse período, os riscos de acidentes podem aumentar? Há pesquisas sobre isso?

Sim, principalmente na entrada do horário de verão quando se perde pelo menos uma hora de sono. No Brasil não existem estatísticas a respeito. No Canadá foi realizado um estudo que mostrou que no dia seguinte à implantação do horário ocorreu um aumento de 7% no número de acidentes de trânsito. A situação volta ao normal somente uma semana após a implantação. Na retirada do horário (quando se ganha uma hora) ocorre uma diminuição do número de acidentes no primeiro dia e um aumento de cerca de 7% uma semana depois da retirada do sistema.

7. O que pode ser feito para minimizar os efeitos da mudança?

Recomenda-se aos indivíduos que, na medida do possível, preparem-se para dormir mais ou menos no horário de sempre (do relógio). Uma boa dica é dormir com as janelas abertas pelo menos nos primeiros dias para acordar com a claridade. Isso ajuda na sincronização. Outra recomendação é que não dirijam por muito tempo (por exemplo pegar estradas) durante os dias em que se sentem sonolentos e irritados.

8. Sendo a implantação do horário no domingo, adiantar o relógio no sábado pode ser uma boa opção?

Sim, pode ser uma opção, mas como essa adaptação leva pelo menos uns 4 dias, não vai adiantar muito porque na segunda-feira possivelmente ainda se sentirá os efeitos da mudança, mas enfim pode ajudar.

http://www.crono.icb.usp.br/horarioverao.htm

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INFORMAÇÕES DA ANEEL

 

 
MEDIÇÃO DO TEMPO

Quando o homem sentiu a necessidade de marcar o tempo, ele inventou o Relógio de Sol. Tendo como principal e único referencial para a contagem do tempo a posição do Sol, as localidades ajustavam seus horários considerando como meio-dia o instante em que o Sol estava a pino, produzindo sombra bem em baixo dos objetos. Assim, muitas localidades, ainda que relativamente próximas entre si para os padrões de hoje, tinham horários diferentes, o que passou a criar dificuldades crescentes à medida que essas regiões se desenvolviam e crescia a necessidade de comunicação entre elas. Na parte da Europa onde hoje temos 3 fusos horários, haviam 27 horas diferentes e na América do Norte, onde hoje há 5 fusos horários, as horas eram contadas localmente de 74 modos diferentes (isso equivalia a uma alteração praticamente contínua da hora legal, ajustando-a às condições ambientais de claridade no céu de cada localidade).
FUSOS HORÁRIOS

Para resolver esse problema, em uma conferência realizada em Roma, na Itália, em 1883, decidiu-se dividir a Terra em faixas de horário único (denominados de fusos horários), dividindo-se qualquer circunferência terrestre (360°) formada pelos paralelos, pelas 24 horas do dia, resultando para cada faixa de 15° uma hora diferente e única do Pólo Norte ao Pólo Sul. Os meridianos localizados de 15 em 15 graus denominam-se eixos de fusos horários e definem a hora da faixa correspondente que abrange 7,5 graus a leste e a oeste. Um problema prático que surgiu ao adotar-se essa convenção foi a necessidade de se estabelecer linhas imaginárias de fronteiras entre fusos horários e, como conseqüência, o de ter-se que conviver com a situação de mudança brusca de horário (equivalente a uma hora) quando se atravessam essas fronteiras, ainda que a posição relativa do Sol e, conseqüentemente, as condições ambientes de claridade no céu à direita e à esquerda dessas linhas sejam idênticas.

No ano seguinte, em 1884, 27 paises reunidos em uma conferência realizada em Washington adotaram o meridiano de Greenwich como referência, já que a maior parte das cartas geográficas da época eram feitas pelos ingleses e destacavam esse meridiano. Com o passar dos anos, outros paises passaram a seguir essa convenção e atualmente, em todo o mundo, é a partir do Meridiano de Greenwich que as horas são contadas, acrescentando-se ou subtraindo-se um número inteiro de horas, para cada fuso pecorrido, ao horário de Greenwich (ou hora universal -TU), respectivamente quando se vai para leste ou para oeste.
LINHA INTERNACIONAL DA DATA

É constituída, por convenção, pelo meridiano oposto ao Meridiano de Greenwich (defasado de 180°) e que na sua quase totalidade atravessa o Oceano Pacífico. Ao ultrapassar essa linha, temos que alterar a data para o dia anterior se estivermos indo para leste, ou para o dia seguinte, se estivermos indo para oeste, mas a hora para os dois dias permanece exatamente igual.
HORA LEGAL

Cada país, ainda que tome como com base a sua localização geográfica, tem a liberdade de instituir seu conjunto de horas legais, levando em conta suas peculiaridades e aspectos políticos. Em suma, o que precisa ser feito é estabelecer as fronteiras dos fusos horários, que raramente coincidem com os traçados retos dos meridianos, pela necessidade de acompanhar fronteiras entre estados e entre paises, por exemplo. Se o país possuir uma dimensão muito grande no sentido leste-oeste, precisará estabelecer várias horas legais (acompanhando os fusos), mas se ele for extenso apenas no sentido norte-sul, poderá adotar uma hora legal única em todo o país. A antiga União Socialista Soviética, por exemplo, possuía 12 horas legais, os Estados Unidos possuem 6 horas legais (incluindo o Alaska), enquanto a Argentina, o Uruguai, o Paraguai e o Chile possuem apenas uma hora legal. Observa-se, ainda, que o critério adotado pela Argentina é muito diferente do adotado pelo Paraguai, uma vez que, embora ambos tenham seus territórios localizados sobre o eixo de fuso horário de 60°, a Argentina adota como hora legal a do eixo de 45°, que corresponde uma hora adiantada, enquanto o Paraguai adota a do eixo de 60 graus, mais natural.

A área territorial brasileira está compreendida entre os meridianos de 30° e 75° a leste do Meridiano de Greenwich, configurando 4 fusos horários. A hora legal brasileira foi estabelecida por meio do Decreto nº 2.784, de 18 de junho de 1913.

 

 

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HORÁRIO DE VERÃO, COMO ASSIM?
Instituir a hora especial de verão consiste em adiantar os ponteiros do relógio em uma hora, sendo que a idéia surgiu pela primeira vez nos Estados Unidos, cem anos antes da Conferência de Washington de 1884, com o fim de aproveitar a luz natural o mais possível durante os dias mais longos do ano. Em inglês a hora especial recebe a denominação de “daylight saving time” que retrata bem esse conceito.

O Horário de Verão foi instituído pela primeira vez no Brasil no verão de 1931/1932. Até 1967 sua implantação foi feita de forma esporádica e sem um critério científico mais apurado. Após 18 anos sem que o Horário de Verão fosse instituído, essa medida voltou a vigorar no verão de 1985/86, como parte de um elenco de ações tomadas pelo governo devido ao racionamento ocorrido na época por falta d’água nos reservatórios das hidrelétricas. Desde então o horário de verão passou a ocorrer todos os anos. Estudos mais aprofundados foram realizados nos últimos anos, gerando critérios mais apurados para subsidiar sua implantação.

O principal objetivo da implantação do Horário de Verão é o melhor aproveitamento da luz natural ao entardecer, o que proporciona substancial redução na geração da energia elétrica, em tese equivalente àquela que se destinaria à iluminação artificial de qualquer natureza, seja para logradouros e repartições públicas, uso residencial, comercial, de propaganda ou nos pátios das fábricas e indústrias. Observa-se que em algumas regiões do nosso país a duração dos dias e das noites sofre alterações significativas ao longo do ano, reunindo condições excelentes para a implantação da medida do período primavera-verão.

De fato, o Horário de Verão reduz a demanda por energia no período de suprimento mais crítico do dia, ou seja, que vai das 18h às 21h quando a coincidência de consumo por toda a população provoca um pico de consumo, denominado “horário de ponta”. Portanto, adiantar os ponteiros do relógio em uma hora, como acontece durante quatro meses no ano, permite que se aproveite melhor a luz natural, obtendo-se uma redução da ponta (apurada por medição pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico – ONS), em média, de 4% a 5% e poupa o País de sofrer as conseqüências da sobrecarga na rede durante a estação mais quente do ano, onde o uso de eletricidade para refrigeração, condicionamento de ar e ventilação atinge seu ápice.

Em última instância, a implantação do Horário de Verão, ao permitir que entre 19 e 20 horas ainda se disponha de claridade no céu, evita que se ponha em operação as usinas que seriam necessárias para gerar a energia elétrica para iluminar, ao entardecer, as regiões onde o sistema de hora especial é implantado e que abrange os maiores centros consumidores do País.

A redução média de 4 a 5% no consumo de energia no horário de pico durante os meses do Horário de Verão, normalmente de outubro a fevereiro, gera outros benefícios ao setor elétrico e a sociedade em geral, decorrentes da economia de energia associada. Quando a demanda diminui, as empresas que operam o sistema conseguem prestar um serviço melhor ao consumidor, porque os troncos das linhas de transmissão ficam menos sobrecarregados. Para as hidrelétricas, a água conservada nos reservatórios poderá ser de grande valia no caso de uma estiagem futura. Para os consumidores em geral, o óleo diesel ou combustível ou o carvão mineral que não precisou ser usado nas termelétricas evitará ajustes tarifários.

O Horário de Verão é implantado por decreto do Presidente da República, sempre respaldado legalmente pelo Decreto-Lei nº 4.295, de 13 de maio de 1942, e devidamente fundamentado em informações encaminhadas pelo Ministério de Minas e Energia, que toma por base os estudos técnicos realizados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico – ONS, e indica quais as unidades da Federação deverão ser abrangidas e o período de duração da medida.
Outros países também fazem mudança na hora legal para aproveitar a maior luminosidade no período primavera-verão, a exemplo do que acontece na União Européia e em países como os Estados Unidos, Canadá e Rússia.

Mais informações sobre o Horário de Verão atual podem ser obtidas na página do Ministério de Minas e Energia – MME.

 

 

 

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1. O QUE É O HORÁRIO DE VERÃO?

1.1. O Horário de Verão consiste no adiantamento artificial dos ponteiros do relógio em uma
hora, de forma a criar uma defasagem em relação ao horário legal. Tal procedimento permite um
melhor aproveitamento da luz natural, ao se tirar partido do fato que, na primavera e no verão e
em grande parte do território nacional, os dias são mais longos que as noites, o alvorecer
acontece mais cedo e o entardecer mais tarde.

2. O QUE REPRESENTA O ADIANTAMENTO DOS PONTEIROS DO RELÓGIO
EM UMA HORA?

2.1. – Iniciar as atividades diurnas mais cedo.

2.2. – Atrasar o início do consumo de luz artificial pela maioria da população ao entardecer.

2.3. – Racionalizar o uso da energia elétrica pela melhor utilização do sistema elétrico.

2.4. – Alterar os hábitos da população já que o pôr do Sol passa a ocorrer mais tarde.

2.5. – Alterar o horário em relação aos demais países e estados da união não integrantes.

2.6. – Aumentar as horas de lazer da população, uma vez que escurece mais tarde.

3. QUAIS SÃO OS ANTECEDENTES HISTÓRICOS DO HORÁRIO DE VERÃO?

3.1. O Horário de Verão foi instituído pela primeira vez no Brasil em 1931. Apesar de
inicialmente ter-se inserido na cultura brasileira a idéia de que o setor elétrico é o único
beneficiado com a medida, de alguns anos para cá tem-se reconhecido benefícios para a
população como um todo, seja pela obtenção de maiores espaços diários para o lazer, seja nas
atividades ligadas diretamente ao comércio e à indústria, com destaque para o turismo, nas
questões ecológicas e na preservação do meio ambiente, quando se tiram vantagens pelo maior
aproveitamento da luz solar.

4. EM QUE ANOS HOUVE HORÁRIO DE VERÃO NO BRASIL?

4.1 – 1931/1932/1933;

4.2 – 1949/1950/1951/1952/1953;

4.3 – 1963/1964/1965/1966/1967/1968;

4.4 – A partir de 1985/1986 tem ocorrido todos os anos.

5. POR QUE O HORÁRIO DE VERÃO NÃO É IMPLANTADO EM TODO
TERRITÓRIO NACIONAL?

 

· Melhoria da qualidade de vida da população, propiciada pelo maior aproveitamento
da luz solar, obtendo maiores espaços diários para o lazer, mais tempo para se
dedicar a outras atividades e maior segurança ao entardecer.

8.3 A redução da demanda máxima e seu deslocamento de cerca de uma hora e meia, traz
importantes benefícios operacionais, como:

· Redução dos carregamentos nos principais troncos de transmissão, reduzindo a
possibilidade de corte de carga e melhoria no controle de tensão, aumentando a
confiabilidade e a qualidade do fornecimento de energia elétrica.

· Melhor alocação das folgas de geração.

· Aumento da flexibilidade operacional.

· Subsidiariamente, o consumo de energia elétrica é reduzido.

8.4 Para o País, trata-se de uma das ações que vai ao encontro da política preconizada pelo
Programa de Combate ao Desperdício de Energia Elétrica – PROCEL, que também está voltado
ao uso racional do sistema elétrico. Em última instância, a implantação do Horário de Verão
pode ser comparada a uma virtual entrada em operação de usinas elétricas movidas a energia
solar, orientadas principalmente para a iluminação ao entardecer e localizadas junto aos maiores
centros consumidores do nosso país.

9. EM QUAIS PAÍSES É ADOTADO O HORÁRIO DE VERÃO ?

9.1 A racionalização do uso de energia elétrica é uma questão mundial e o Horário de Verão é
uma medida que potencializa essa racionalização, proporcionando também uma significativa
economia de energia, pelo melhor aproveitamento da luz solar, além de preservar o meio
ambiente e outros benefícios associados, já descritos.
Dentro dessa visão é que vários países adotam a medida, buscando aproveitar esses benefícios
da melhor maneira. Nos Estados Unidos esse período é denominado “Daylight Saving Time”.

Destacam-se abaixo alguns desses países e os seus respectivos períodos do Horário de Verão:

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· Países Membros da União Européia
Adotam a medida no período anual que vai do último domingo de MARÇO ao último
domingo de OUTUBRO.
· Estados Unidos, Canadá e México
Adotam a medida anualmente, no período de ABRIL a OUTUBRO.

· Rússia, Turquia e Cuba
Adotam a medida anualmente, no período que pode variar de MARÇO a OUTUBRO.

· Austrália, Nova Zelândia e Chile
Adotam a medida anualmente, no período de OUTUBRO a MARÇO.

10 . COMO A POPULAÇÃO TEM REAGIDO AO HORÁRIO DE VERÃO ?

10.1 Já foram realizadas cinco pesquisas de opinião pública a respeito do Horário de Verão. A
primeira foi realizada pela ELETROBRÁS no período 1985/1986 e abrangeu todo o Território
Nacional; a segunda foi realizada pelo DNAEE em 1995, por meio da FIPE/USP e abrangeu 18
Unidades da Federação; a terceira, realizada pela ANEEL em 1999, por meio da FIPE/USP,
abrangeu 22 Unidades da Federação; a quarta, em 2000, e a quinta, em 2001, conduzidas pela
ANEEL, também por meio da FIPE/USP, compreenderam 11 e 13 Unidades da Federação
respectivamente, sendo que a de 2000 foi feita apenas no Nordeste e a última foi realizada nas
Regiões Sul/Sudeste/Centro-Oeste e Estados da Bahia e Tocantins.

10.2 Os resultados da pesquisa de 1999 apontaram que a maioria da população das áreas onde
o Horário de Verão vem sendo adotado consecutivamente nos últimos anos, ou seja, nas
Unidades da Federação das Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste e Estados da Bahia e
Tocantins, é favorável a implantação da medida, com 82,2%, entre ótimo, bom e regular,
confirmando os resultados obtidos nas pesquisas anteriores.

10.3 Essa pesquisa também constatou que 68,3% da população é favorável a repetição da
medida nos próximos anos.
Ainda foi possível constatar que a maioria da população percebe que a medida proporciona
benefícios para a sociedade, como economia de energia elétrica, além de propiciar o aumento de
convívio familiar entre pais e filhos menores, bem como aumento da segurança física das
pessoas, ao permitir o retorno do trabalho, antes do anoitecer.

 

10.4 A pesquisa do ano de 2000 revelou que, nos estados do Nordeste, onde se adotou o
horário de verão (ciclo 1999/2000), a opinião pública se mostrou favorável à adoção da medida,
apresentando os seguintes resultados globais:

· 66% aprovaram o Horário de Verão
· 32,7% reprovaram o Horário de Verão
· 1,3% não souberam avaliar

10.4 A última pesquisa (ano 2001), revelou que a opinião pública dos estados das regiões
Sul/Sudeste/Centro-Oeste e estados da Bahia e Tocantins, se mostrou favorável à adoção da
medida, apresentando os seguintes resultados:

· 74% aprovaram o Horário de Verão
· 25% reprovaram o Horário de Verão
· 1% não soube responder

http://www.aneel.gov.br/area.cfm?id_area=65

 

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De onde veio o horário de verão?

 

A ideia foi lançada em 1784 por Benjamim Franklin, político e inventor americano, quando não havia ainda luz elétrica. De início, não teve muita aceitação por parte do governo dos Estados Unidos. De fato, o primeiro país a adotar oficialmente o horário de verão foi a Alemanha, em 1916, em plena Primeira Guerra, para economizar os gastos com carvão.

No Brasil, o primeiro horário de verão foi realizado entre 1931 e 1932, pelo presidente Getúlio Vargas, com duração de 5 meses. A prática vem sendo adotada sem interrupções desde 1985, com algumas diferenças nos estados e períodos de duração.

Somente em 2008, o decreto 6558, durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, definiu as datas para a mudança de horário e fixou a duração da medida em quatro meses.

Assim, ficou estabelecido que o horário de verão começa no terceiro domingo de outubro e termina no terceiro domingo de fevereiro. A única exceção ocorre quando o terceiro domingo de fevereiro coincidir com o domingo de Carnaval. Nesse caso, o horário de verão termina no quarto domingo de fevereiro.
http://www.ebc.com.br/noticia

 

Quais são os impactos do horário de verão nos equipamentos eletrônicos?

Para evitar contratempos, é preciso conferir regularmente a hora e a data dos aparelhos eletrônicos. (Fonte: Marcello Casal Jr. (ABr))
Até a publicação do decreto 6558, a alteração de horário causava transtornos para os sistemas de informática e telefonia, devido à atualização das programações de computadores, telefones celulares, relógios e outros aparelhos eletrônicos.

Mesmo depois do decreto, ainda há complicações, pois o início do horário de verão é atrelado à data do Carnaval, que varia de ano em ano.

Por isso há dificuldade de se desenvolver um sistema de ajuste automático. Para evitar contratempos, é preciso estar atento às configurações de horário e data dos aparelhos eletrônicos, para certificar-se de que a alteração tenha sido feita.
http://www.ebc.com.br/noticia

 

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Horário de verão: quais os resultados na economia

 

A economia gerada equivale a 2 mil megawatts, o equivalente a 3 turbinas de Itaipu, ou ainda o consumo de Brasília e Belo Horizonte juntas, durante o horário de pico.

O último horário de verão durou 133 dias, reduzindo em 4,6% o consumo no horário de pico nas regiões onde foi praticado (Sul, Sudeste, Centro-Oeste, além da Bahia).

Houve participação de 11 estados brasileiros: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Bahia, além do Distrito Federal.

Ao todo, estima-se que a economia tenha sido de R$ 160 milhões, em todo o país.

O DF economizou 2,3 mil megawatts/hora, de acordo com o governo durante o último horário de verão. A Companhia Energética de Brasília (CEB) explica que os resultados representam uma redução de 0,4% do consumo geral do DF.
http://www.ebc.com.br/noticia

 

Os benefícios e os problemas do horário de verão

Homem fala ao celular em meio à multidão atravesando a rua

Horário de Verão também inlfui na qualidade de vida. (Wilson Dias/ABr)
Diminuição dos riscos de restrição de carga no horário de pico e melhores condições para aproveitamento das capacidades de geração das usinas;

Preservação do meio ambiente, evitando a poluição que seria produzida pela queima de combustível fóssil para geração de energia de origem térmica;

Melhoria na qualidade de vida da população, pelo melhor aproveitamento da luz solar, com dias mais longos para o lazer e maior segurança ao entardecer.

 

Efeitos na pessoa

Críticos do horário de verão alegam que a mudança de horário provoca alterações no relógio biológico das pessoas mais velhas, causando prejuízos à saúde.

Outro fator que causa transtornos na mudança de horário é a programação de televisão, que segue o horário oficial de Brasília, fazendo com que os estados que não adotam horário de verão, precisem se adaptar à mudança.
http://www.ebc.com.br/noticia

 

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DICAS – RECAPITULAÇÃO – ALGO MAIS

 

Horário de Verão

O horário de verão deste ano começará a zero hora do dia 14 de outubro. Os moradores das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do País terão de adiantar seus relógios em uma hora. A mudança valerá até meia-noite do dia 16 de fevereiro de 2008. O calendário foi divulgado em 20/09/2007 pelo Ministério de Minas e Energia. Assim como no ano passado, o horário de verão não vai vigorar nas regiões Norte e Nordeste do país.

O que é?
O Horário de Verão consiste no adiantamento dos relógios para promover economia de energia elétrica com o aproveitamento da luz natural dos dias mais longos das estações de verão/primavera. Nas estações de outono/inverno os relógios são atrasados, retornando assim ao horário habitual.

O horário de verão é utilizado por cerca de 30 países. No Brasil, os relógios são adiantados ou atrasados em 1 hora, mas isto varia de país para país.

Não há data fixa para o início e o fim do horário de verão no Brasil, a cada ano eles são decididos por um ou mais decretos. O mesmo decreto também dita quais os estados irão ou não mudar seus horários. Alguns destes decretos são publicados muito próximos da data de início e até mesmo após seu início.

Que países aboliram o horário de verão?
Japão, China, Estônia, Singapura, Tajiquistão, Turkmenistão, Tarjakistão e Uzbekistão.

O Governo do Kazaquistão aboliu o horário de verão, através de resolução em março de 2005, citando as complicações com a saúde e à falta de benefícios econômicos como principal razão, além de diminuição na produtividade. Metade da população do Kazaquistão reage negativamente à mudança de horário. Insônia, aumentos na pressão sangüínea, exacerbação de doenças crônicas e alterações endócrinas foram citadas como as complicações mais comuns causadas pela redução de uma hora com a entrada do horário de verão.

“A corpo humano tem seu próprio relógio biológico, que corre sincronizado com o relógio da natureza. Quando o corpo humano é forçado a reajustar-se artificialmente, isto ocasiona distúrbios no relógio biológico”. Médica do Tarjakistão

História
Foi Benjamin Franklin, em 1784, quem teve a idéia de implantar o horário de verão para economizar velas, porém sem sucesso. As origens do Horário de Verão também remontam ao ano de 1907, quando William Willett, um construtor britânico e membro da Sociedade Astronômica Real, deu início a uma campanha para adoção do horário de verão no país. Naqueles dias o argumento utilizado era que haveria mais tempo para o lazer, menos criminalidade e redução no consumo de luz artificial. Surgiram opositores de todas as áreas; fazendeiros, pais preocupados com as crianças que teriam que acordar mais cedo, etc. A proposta só foi encarada seriamente, inicialmente pela Alemanha em 1916 e seguida por diversos países da Europa, devido à primeira Guerra Mundial. A economia de energia elétrica foi vista como um esforço de guerra, propiciando uma economia de carvão, a principal fonte de energia da época. Na II Guerra Mundial, a Inglaterra adotou o sistema novamente, adiantando os relógios em 2 horas. A partir daí, outros países adotaram o horário de verão e continuaram a utilizá-lo mesmo após a guerra.

Nos Estados Unidos, o horário de verão começa no primeiro domingo de abril e termina no último domingo de outubro. Na Inglaterra começa 1 semana antes do que nos Estados Unidos. Em outros países europeus termina na última semana de setembro. No Brasil, o horário de verão começa no início de outubro e termina em meados de fevereiro.

No Brasil ele foi adotado pela primeira vez em 1931, visando também à economia de energia elétrica.

 

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Redução do consumo de energia
O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) estima que durante o horário de verão deste ano haverá uma redução do consumo de energia durante o horário de pico (aproximadamente entre 19h e 22h) de 4% a 5%, o que equivale a uma economia de aproximadamente 2 mil megawatts. Somente nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, a redução no horário de maior consumo deverá ser de aproximadamente 1.745 megawatts, o equivalente a duas vezes o consumo do horário de pico em Brasília.

O horário de verão e as mudanças no nosso organismo.
O nosso organismo funciona de acordo com um relógio biológico, uma parte do sistema nervoso que determina os horários nos quais o corpo sente sono, fome, cansaço e os momentos de maior disposição física e mental. Uma alteração forçada no ritmo biológico de cada um provoca uma série de problemas de ordem física.

A conseqüência imediata do horário de verão, especialmente no seu início e no seu término, é o desajuste do relógio biológico. Enquanto o organismo não se adapta ao novo horário, o indivíduo se sente mais sonolento e, em decorrência disso, aumenta o cansaço, diminuindo a atenção. Esses fatores determinam a diminuição do rendimento no trabalho, na escola e no cotidiano em geral. Propicia o aumento do risco de acidentes de trânsito e no trabalho. Após alguns dias ou semanas (dependendo do indivíduo) a ordem temporal interna é restabelecida.

Para a maioria das pessoas, o prazo para o organismo se adaptar ao horário de verão é de menos de uma semana. No entanto, há quem não se adapte. As notívagas, pessoas cujo rendimento é maior no período noturno, costumam demorar mais para se adaptarem.
Alterações que a pessoa pode apresentar
Durante o período de adaptação à mudança imposta pelo horário de verão o indivíduo pode experimentar um mal-estar, dificuldade para dormir no horário habitual (o horário do relógio), sonolência diurna e cansaço, o que pode levar também a alterações de humor e dos hábitos alimentares.

O horário de verão, entretanto, apresenta resposta variada entre os indivíduos. Depende também das condições em que se encontra naquele momento. São fatores importantes à resposta: o humor, a flexibilidade/tolerância frente às mudanças de horários em geral, os interesses da pessoa no período da mudança do horário de verão, se dorme menos que a maioria das pessoas (8 horas/noite), se tem o hábito de dormir mais tarde ou mais cedo que a maioria das pessoas e se já sofre de algum problema de sono. Pessoas mais velhas tendem a se tornar mais rígidas com os seus hábitos inclusive com os de dormir. Assim, podem se tornar mais indispostas com a entrada do horário de verão, especialmente se dependerem dos horários do relógio para se alimentarem e realizarem as atividades do dia a dia.
Riscos de acidentes. Pesquisas.
Há riscos de acidentes, seja no trânsito ou no trabalho, principalmente na estrada, especialmente na instalação do horário de verão quando se perde pelo menos uma hora de sono. No Brasil não existem estatísticas a respeito. Um estudo realizado no Canadá mostrou que no dia seguinte à implantação do horário de verão ocorreu um aumento de 7% no número de acidentes de trânsito. A situação voltou ao normal uma semana após a implantação. Com o fim do horário de verão, quando se ganha uma hora, ocorreu uma diminuição do número de acidentes no primeiro dia e um aumento de cerca de 7% , uma semana após a retirada do sistema.

O horário de verão tem efeitos controversos na saúde. Nas sociedades com horários fixos de trabalho, possibilita mais luz solar à tarde para exercícios ao ar livre, que podem contribuir para a saúde. Ele altera a exposição à luz solar, mas o beneficio depende de onde nos encontramos e do horário das atividades diárias, pois a luz solar desencadeia a síntese de vitamina D na pele, mas a exposição excessiva e a hora não apropriada do dia podem acarretar em câncer de pele. A luz solar influencia o trantorno sazonal afetivo; O horário de verão pode ajudar em casos de depressão por fazer com que a pessoa acorde mais cedo. O horário de verão pode piorar a condição das pessoas que sofrem de cegueira noturna.

Acrescentar luz solar às tardes geralmente beneficia o comércio, esportes e outras atividades que exploram a luz solar após o horário de trabalho, mas pode ocasionar problemas para fazendeiros e outros cujos trabalhos dependem do sol.

HORARIODEVERAORelógio Biológico

A luz solar extra à tarde parece diminuir fatalidades no trânsito; contudo seus efeitos sobre a saúde e a incidência de crime é menos clara.

É relatado que o horário de verão economiza eletricidade por reduzir a necessidade de iluminação à tarde, mas a evidência para isto é fraca nos Estados Unidos da America. E o horário de verão pode empurrar a demanda de pico, aumentando os custos da eletricidade.

Com o horário de verão, a alteração nas horas compromete as agendas e pode prejudicar encontros, viagens, registros, contas, conselhos médicos e equipamentos pesados. Muitos sistemas com base em computadores podem ajustar seus relógios automaticamente, mas isto pode ser limitado e sujeito a erro, especialmente quando as regras para o Horário de Verão são alteradas.
Minimizando os efeitos da mudança.
Recomenda-se aos indivíduos que, na medida do possível, preparem-se para dormir mais ou menos no horário de sempre (do relógio) e acordem no horário do relógio (oficial). E evitem sonecas não habituais durante o dia, pois diminui a pressão do sono à noite. Dormir com as janelas abertas, pelo menos nos primeiros dias, para acordar com a claridade também ajuda, assim como se expor à luz logo ao acordar. Isso facilita a sincronização do organismo.

O uso de susbstâncias, bebidas (cola, café, chás) ou alimentos, assim como atividades estimulantes sempre devem ser evitadas à noite, especialmente nos dias que antecedem o início do horário de verão.

É também recomendado não dirigir por muito tempo (por exemplo, pegar estradas) durante os dias em que se sentir sonolento e/ou irritado.

Sendo a implantação do horário no domingo, adiantar o relógio no sábado ou na sexta-feira pode ser uma boa opção?
Sim, especialmente para os indivíduos que se ressentem mais. Na sexta feira que antecede o horário de verão pode acordar 20 minutos mais cedo que o habitual, 40 minutos mais cedo que o habitual no sábado e no domingo acordar no horário oficial.

http://www.fundasono.org.br/gera_conteudo.asp?materiaID=488

 

HORARIADEVERAO- HUMOR

HORARIO-DE-VERAO - FIM

Prof. Nilceu franciscvo

 

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